
Os pagamentos internacionais da sua empresa ainda operam com baixa previsibilidade, custo elevado e dependência de múltiplos intermediários?
O modelo tradicional de transferências internacionais ainda apresenta diversas ineficiências tanto em custos quanto na falta de visibilidade e no tempo necessário para que o dinheiro chegue ao destino.
Nesse cenário, um movimento vem ganhando força: o uso de stablecoins como alternativa para tornar pagamentos internacionais e a gestão de caixa mais ágeis e eficientes.
Mas afinal, o que são stablecoins?
Stablecoins são ativos digitais desenvolvidos para manter um valor estável, geralmente atrelado a moedas fortes como o dólar ou o euro.
Diferente de outras criptomoedas mais voláteis, elas combinam a estabilidade de moedas tradicionais com a eficiência da tecnologia blockchain.
Na prática, isso significa:
• Transferências internacionais com liquidação muito mais rápida
• Redução significativa de intermediários
• Potencial diminuição de custos operacionais
• Maior previsibilidade no fluxo financeiro
Mais do que uma tendência tecnológica, estamos falando de uma mudança estrutural na forma como empresas movimentam recursos globalmente.Parte superior do formulário
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Mesmo com a evolução do mercado, as transferências internacionais ainda operam com altos custos, pouca transparência e baixa previsibilidade.
💸 Custos médios de 2% a 7% por transação, considerando taxas + FX;
⏱️ Tempo de liquidação de 1 a 5 dias úteis, dependendo da cadeia bancária;
🔍 Baixa visibilidade ao longo do processo, com múltiplos intermediários.
Agora, o que está mudando:
- Stablecoins podem reduzir custos para menos de 1% em alguns casos;
- Liquidação passa de dias para minutos (ou até segundos);
- Ao reduzir intermediários, as operações se tornam mais eficientes, com maior visibilidade e controle.
Além disso, o movimento já é relevante:
- O volume global de pagamentos com stablecoins já ultrapassa US$ 390 bilhões nos últimos anos;
- Pagamentos B2B representam cerca de 60% desse volume.
Trazendo para a realidade brasileira:
Mesmo com a evolução do Pix no doméstico, o fluxo internacional ainda depende de:
- bancos correspondentes.
- baixa transparência nos custos de câmbio;
- necessidade de pré-financiamento de caixa.
E aqui está o ponto que mais importa para o CFO:
Velocidade sem controle não gera eficiência, gera risco.
Sem:
- integração entre bancos, câmbio e ERP;
- visão consolidada de liquidez;
- governança sobre fluxos internacionais.
Sem estrutura, reduções de custo ou ganho de velocidade dificilmente se sustentam no longo prazo.
O desafio da tesouraria moderna não é apenas adotar novas tecnologias.
É garantir:
- previsibilidade de caixa;
- eficiência de capital;
- controle em tempo real.
em um cenário financeiro cada vez mais complexo.
A pergunta é direta:
Sua tesouraria está preparada para operar nesse novo modelo, ou ainda está adaptando processos antigos a uma nova realidade?
Referência: Treasury Today.